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Dicionário banQi do economês

por banQi | data de publicação: 18/05/2021 | data de modificação: 18/05/2021 | Educação financeira

Falou em finanças, falou em tema complicado né? Bem, com o banQi não precisa ser assim. Além de ser o seu melhor amigo na hora de dar uma economizada, agora o banQi também vai te ajudar a desvendar aqueles termos que ninguém te explica, mas que são super importantes tanto para ficar de olho no orçamento, quanto para entender o que tá rolando na economia do Brasil. Prepara o lápis ou o bloco de notas do celular e vamos lá.


Inflação

Esse termo você com certeza já escutou por aí e ele está diretamente relacionado com o aumento dos preços. Por isso, se hoje você vai no mercado e toma um susto com o preço do arroz (ou qualquer outro produto) tem grandes chances dessa tal inflação estar no meio da história.

Na prática, ela é uma medida percentual (ou seja: 0,57%, 10%, etc.) e mostra a tendência de crescimento de preços de uma economia. Para medir a inflação, os economistas observam o preço dos elementos de uma cesta básica do mês atual e comparam o preço desses mesmos elementos no mês anterior. Quando o preço atual é maior que o preço anterior, houve inflação. Esse cálculo é feito todos os meses e esses valores mensais também servem de base para calcular a inflação de um ano inteiro.

Uma taxa pequena de inflação é saudável para a economia, mas se essa porcentagem aumenta muito a moeda do país (no nosso caso, o real) fica desvalorizado, e isso traz várias consequências negativas para a economia. O aumento da inflação pode ser causado por vários fatores: gastos públicos, diminuição na produção, e muitos outros!


Juros 

Essa palavrinha também é super popular - e tem uma fama bem chata, né? Mas vamos entender melhor sobre o que se trata. Basicamente, os juros são uma quantia cobrada em cima de um dinheiro emprestado. Por exemplo: se em maio Maria pegou um empréstimo de R$100,00 no banco com uma taxa de juros de 5% ao mês, em junho Maria terá que devolver R$105: os R$100 que ela pediu emprestado + 5% desse valor. 

Geralmente esses juros são vistos como vilões, mas se você decidir aplicar seu dinheiro de alguma forma a história muda. Nessas situações são as instituições financeiras que te pagam juros e é dessa maneira que seu dinheiro rende. É por isso que quando você coloca seu dinheiro na poupança, esse valor aumenta (mesmo que seja bem pouquinho) depois de um tempo. Mas não para por aí: existem vários tipos de juros. Conheça os principais:

  • Juros simples: como o nome diz, é simples! Quando você lida com esse tipo de juros, o valor da taxa não se altera. Então, no exemplo da Maria, se os juros forem simples, a taxa de 5% vai ser mantida até Maria conseguir acabar com sua dívida. 
  • Juros compostos: também é conhecido como juros sobre juros. Isso porque, ao contrário dos juros simples, as taxas não são fixas. Por isso, quanto maior é o valor em questão, maior é o valor da taxa. Olha só: Se João decidiu aplicar R$100 no banco, com uma taxa composta de 10%, em 1 mês ele terá R$110. Mas, no mês seguinte o aumento será maior: ele terá R$121 e não R$120 como seria se ele tivesse optado por juros simples. Isso acontece porque o valor é calculado em cima dos R$110 e não do valor inicial de R$100.  
  • Juros rotativos: se você teve dívida no cartão de crédito, você já lidou com juros rotativos. Vamos analisar: o crédito do cartão nada mais é que um empréstimo oferecido pelo banco, partindo do princípio que você pagará a conta até o vencimento da fatura. Se por algum motivo ela não é paga, você joga essa dívida para o mês seguinte e começam a ser cobradas taxas em valores absurdos, por volta dos 298% ao ano. 

É por isso que tem tanta gente endividada com o cartão de crédito: se sua dívida era de R$100, em um ano ela basicamente triplica de valor. Se você quiser passar longe dessa cilada, o cartão pré-pago banQi é uma ótima solução.


Amortização 

Esse conceito pode ser um ótimo aliado na hora de fechar o orçamento. A amortização é o pagamento de dívidas feito de forma parcelada, em um prazo pré-estabelecido. É mais ou menos o mesmo mecanismo de quando você parcela uma compra: o valor é quitado pouco a pouco, mês a mês. Só que no caso da amortização, o que é parcelado é a dívida, e claro, com alguns juros inclusos.


FGC 

O FGC, apelido do Fundo Garantidor de Crédito, é uma espécie de garantia para bancos e investidores. Mas não se confunda: o FGC não é um banco nem um órgão do governo. Trata-se de uma entidade privada, mas sem fins lucrativos. Ele é mantido pelas instituições financeiras que contribuem mensalmente com 0,0125% sobre todo o dinheiro que os seus investidores possuem aplicado.

Basicamente, sua função é evitar que aconteça uma crise bancária grave no país. Então, por exemplo, se um banco for à falência, o FGC tem o dever de cobrir os depósitos e investimentos realizados no banco (dentro de alguns limites). Além disso, se for necessário emprestar algum dinheiro a um banco para que ele não quebre, o FGC também estará lá para agir.


Renda fixa 

A renda fixa é um tipo de investimento que tem regras de rendimento definidas antes. Ou seja, na hora de aplicar o dinheiro, quem está investindo já fica sabendo o prazo e a taxa de rendimento. Um exemplo famoso de renda fixa é a poupança: o rendimento é mensal e é atualizado sempre na data de abertura. O Tesouro Direto (os títulos do governo) também são um bom exemplo de renda fixa.

Esse tipo de investimento é indicado para um perfil mais conservador: aqueles que não querem ou não podem correr o risco de perder o dinheiro.


Renda variável 

A renda variável já é mais arriscada: não garante nem um ganho fixo, nem a devolução do total que foi aplicado. Quem investe em renda variável pode ganhar ou perder o dinheiro, porque o valor do ativo (o objeto do investimento - ouro, por exemplo) pode cair ou subir com o tempo. É impossível ter certeza se ou quanto o ativo vai valorizar. O mercado de ações é o melhor exemplo quando o assunto é renda variável.


 

Despesas Fixas

Esse termo é super falado na hora de organizar o orçamento. Suas despesas fixas são aquelas que você tem que encarar todo fim de mês e independente de qualquer outro fator você não pode deixar de pagá-las: aluguel, água, luz, gás, taxas bancárias, impostos, etc.


Despesas variáveis

Essas são aquelas despesas que também acontecem todos os meses, mas que podemos tentar reduzir: academia, roupas, aplicativos de transporte, entre outros. Se você quiser dominar de vez o seu orçamento e se organizar para fugir do vermelho, que tal baixar sua planilha banQi? Assim fica fácil de entender quais são seus maiores gastos e quais podem ser cortados.


No banQi, queremos te ajudar a dar um passo a mais na direção das suas metas! Por isso, oferecemos uma conta digital gratuita, sem asteriscos e letras miúdas, sem taxas abusivas e com várias oportunidades para você ainda descolar uma graninha extra no fim do mês. Tá esperando o que? Abra já sua conta banQi e comece a economizar.

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